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Silvana Lima - Mix # 031
Por Fernando Iesca em 03/09/15
Silvana Lima fala sobre retorno ao Tour e manda sonzera pra galera.
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Para Silvana Lima a música ajuda a melhorar o foco nas baterias. Foto: © WSL / Kirstin.

Depois de alguns anos de batalha contra falta de patrocínio e cirurgias no joelho, aos 30 anos de idade a cearense Silvana Lima provou ao mundo inteiro que foi capaz de dar a volta por cima e está de volta ao lugar de onde nunca deveria ter saído, a elite mundial do surf feminino.

Batemos um papo com ela pra saber o que rola no seus fones de ouvido durante as competições, qual sua relação com a música e ainda pra comentar sua volta ao Tour.

Quais são os momentos que você mais gosta de ouvir música e qual a relação com o surf?

Nas competições, gosto de escutar bastante música antes das baterias, porque me passa uma energia muito boa e me ajuda a focar somente na bateria. Acho muito bom pra alongar também e para fazer aquecimento. No geral, a música sempre me ajuda bastante em tudo.

Playlist by Silvana Lima:

Na últimas etapas que você competiu no WCT, o quê você mais ouviu antes das baterias?

Olha, pra se bem sincera, nos últimos eventos em específico não escutei muita música (risos). Meu iPod estava com umas músicas velhas e meu telefone também, por isso não coloquei muito pra escutar antes da bateria. Para os próximos eu vou voltar a ouvir mais com certeza, já atualizei minhas listas (risos). Antes das baterias adoro ouvir trance ou hip-hop.

Você já teve alguma experiência com algum instrumento musical?

O único instrumento que já toquei é o pandeiro (risos). Sei tocar um pouquinho de músicas que aprendi na capoeira. Eu admiro muito o violão e gostaria de fazer aulas no futuro para aprender a tocar, é algo que me interessa muito.

Você costuma ir a shows de música durante o Tour? 

Na verdade não. Os eventos sempre têm bons shows, mas normalmente eles acontecem de sábado, no meio do campeonato, então acaba não dando pra ir, porque fico focada nas baterias do dia seguinte. Durante eventos, o único que me lembro de ter ido foi um do Donavon Frankenreiter durante um campeonato em Honolua Bay, Maui, no Hawaii. Na Bahia todo ano tem o show do O Rappa e acontece bem na época que estou em casa, este eu não perco por nada, vou em todos. Adoro! (risos).

Silvana Lima em ação:

No surf ou na música, quem te inspira?

Eu me inspiro e admiro muito o surf do Dane Reynolds. Os filmes que mais gosto de assistir são os dele. Também me inspiro nesta geração atual do Brasil, nos meninos como Adriano de Souza e Gabriel Medina, que admiro muito! Eles me inspiram muito pra surfar cada vez mais e melhor. Na música o Falcão do O Rappa me inspira muito também. Sou fã da Ivete Sangalo e do Thiaguinho também.

Se tivesse uma session tua num filme, que som você escolheria?

Essa é difícil (risos). Depende da session, mas acho que colocaria algum hip-hop.

Este ano finalmente você conseguiu voltar ao WCT feminino, depois de muitas batalhas. Como tem sido esta reestreia?

Comecei bem na Gold Coast, onde cheguei até as quartas e fiquei na quinta colocação. Depois disso não tive resultados muito bons e fiquei dependendo de notas para viradas em diferenças pequenas, que não vieram. Enfim, ainda não estou na posição que gostaria e não estou me classificando para o próximo ano, mas ainda faltam cinco eventos e vou correr atrás de fazer bons resultados nas próximas etapas, estou focada e treinando muito, meu surf está evoluindo.

Depois de alguns anos afastada do WCT, qual tem sido teu maior aprendizado neste ano de retorno?

Acredito que seja aprender com as derrotas, principalmente naqueles momentos que você acha que a bateria está ganha e a garota vira em cima de você nos últimos minutos, ou principalmente quando não vêm as notas que você espera. Este aprendizado é muito importante para que eu não repita os mesmos erros e fique focada na vitória, acreditando sempre em Deus.

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Silvana Lima sempre pronta para mais uma batalha. Foto: © ASP / Rowland.

 

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