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Jeffreys Bay
Filipinho espetacular
Por Redação Waves em 17/07/17
Filipe Toledo arranca notas 10 e 9.63 na vitória contra Kanoa Igarashi em Jeffreys Bay; Jadson André e Caio Ibelli também avançam.
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Filipe Toledo arranca notas 10 e 9.63 na repescagem. Foto: WSL / Pierre Tostee.

 

Com uma atuação espetacular na repescagem, o brasileiro Filipe Toledo levou a plateia ao delírio em Jeffreys Bay, África do Sul, palco do Corona Open J-Bay.


Em ondas excelentes de até 2 metros, Filipinho arrancou notas 9.63 e 10 no duelo contra o californiano Kanoa Igarashi, que havia derrotado o brazuca em Saquarema (RJ), numa bateria que acabou causando a suspensão de Filipe depois de reclamar de uma interferência cometida no início da bateria.

Depois de ficar fora da etapa em Fiji, Filipe voltou sedento ao Tour e até fez uma boa apresentação em sua estreia na África, somando 9.50 e 5.67 no duelo vencido por Michel Bourez, autor de 7.67 e 9.00.

Na repescagem, Filipinho estava ainda mais inspirado e arrepiou as longas paredes de J-Bay com tubos e manobras agressivas, não dando chance alguma a Kanoa.

"É bom estar de volta, especialmente surfando ondas perfeitas em J-Bay", disse Filipe. "Você só tem de curtir lá fora. Nossa bateria foi incrível, com o surfe bombando sem parar. Estou nas nuvens, muito empolgado por estar lá fora e fazer um bom show", falou o brazuca.

Filipe nem precisará disputar a terceira fase da competição, já que o norte-americano Kelly Slater - que seria o seu próximo adversário - sofreu duas fraturas no pé e está fora da etapa.

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Jadson André vence Kolohe Andino. Foto: © WSL / Cestari.

 
Outros brasileiros que se deram bem foram Jadson André e Caio Ibelli. Com notas 7.83 e 7.97, Jadson fez a mala do californiano Kolohe Andino, autor de 6.17 e 7.03.

"Onda eu fiz um freesurf, coloquei pra dentro de um tubo e caí. Minhas quilhas vieram direto na minha cabeça, levei 6 pontos e quebrei a minha prancha favorita. Estou amarradão por finalmente derrotar Kolohe numa bateria. Desta vez eu foquei nas ondas certas. Sinto como se estivesse surfando bem este ano, mas tomando as decisões erradas, e nessa altura não há espaço para erros. Vamos ver o que acontece no round 3", diz o potiguar.

Kolohe chegou a pedir a anulação do resultado e a realização de uma nova bateria. No decorrer do confronto, ele pegou uma belíssima onda e passou por dentro de três rápidas seções. Quando tentou completar a quarta - a mais longa de todas -, um bodyboarder dropou logo adiante e Kolohe revelou ter sido atrapalhado.

Depois de avaliar as imagens, a comissão técnica alegou que não tinha provas suficientes de que ele poderia completar o tubo e optou por manter o resultado. Kieren Perrow, comissário da WSL, comparou a situação ao duelo entre Gabriel Medina e Kelly Slater em Snapper Rocks, Austrália. Na ocasião, Kelly reclamou ter sofrido uma interferência ao entubar em uma onda e ver Medina dropar mais à frente. Para a WSL, as imagens também não evidenciavam que o norte-americano foi atrapalhado pelo adversário.

Além de Jadson e Filipe, o Brasil ganhou o reforço de Caio Ibelli no round 3, onde já estavam garantidos Gabriel Medina, Adriano de Souza e Italo Ferreira.

Com 8.50 e 7.93, Ibelli barrou o australiano Stuart Kennedy, autor de 8.23 e 6.57.

"Acho que fui nas ondas certas e trabalhei com meus nervos", conta Ibelli. "Eu não estava muito positivo esta semana porque não surfei bem e meu tornozelo ainda dói. Estou amarradão por passar esta fase. Isso me dá confiança, então vou tirar a pressão. Estou muito feliz por estar em J-Bay e essas são as melhores ondas que já surfei em minha vida", finaliza o brasileiro.

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Caio Ibelli passa por Stuart Kennedy. Foto: WSL / Pierre Tostee.

 
Ainda nesta segunda-feira, Miguel Pupo chegou muito perto da virada, mas caiu diante do australiano Connor O'Leary. O brasileiro começou devagar, mas passou a crescer de produção no decorrer da bateria. Nos instantes finais, ele achou uma boa direita e buscava 7.34, mas conseguiu 7.03.

Nas últimas baterias do dia, Wiggolly Dantas e Ian Gouveia surfaram bem, mas não conseguiram deter o havaiano Ezekiel Lau e o português Frederico Morais, respectivamente.

Guigui chegou a descolar 8.00 e 8.37, mas Ezekiel levou a melhor com 8.43 e 8.60.

Na sequência, Ian obteve duas notas 7.00 e foi superado por Frederico, que mandou 8.00 e 7.73 nas duas melhores ondas.

A próxima chamada acontece na madrugada desta terça-feira, às 2:30h (horário de Brasília).

Veja a nota 10 de Filipinho



Veja a nota 9.63 de Filipinho




Veja o depoimento de Filipe Toledo



Veja o depoimento de Caio Ibelli



Veja o depoimento de Jadson André



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