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Rip Curl Guarujá Open
Meninas garantem o show
Por Fábio Maradei em 02/09/17
Juliana Meneguel e Louisie Frumento garantem o show no segundo dia do Rip Curl Guarujá Open de Surf 2017, na praia das Astúrias (SP).
Açucena Vaz, Rip Curl Guarujá Open 2017, praia das Astúrias. Foto: Silvia Winik.
Açucena Vaz, Rip Curl Guarujá Open 2017, praia das Astúrias. Foto: Silvia Winik.

As meninas fizeram bonito neste sábado (2/9), na continuação da segunda etapa do Rip Curl Guarujá Open de Surf 2017, na praia das Astúrias, Guarujá (SP).

 

Mais uma vez a previsão acertou, o mar melhorou consideravelmente, com as ondas passando dos 2 metros e coube à categoria Feminina alguns shows de surf.

 

Juliana Meneguel foi para o outside, dropou uma onda grande, para garantir 9.67 pontos, a melhor nota do evento até agora, junto com Alax Soares, na semifinal da Júnior. “Entrei na sorte, achei uma boa, consegui ir até o final. Sabia que, pelo menos, uma boa tinha de garantir. Estou cada vez mais animada, correndo atrás, porque fiquei um ano parada. Estou me empenhando para voltar com tudo”, disse Juliana, vencedora da etapa inicial.

 

Louisie Frumento não ficou atrás. Pegou a onda de maior tamanho do dia, para tirar um 8 e depois um 7.90, somando 15.90 pontos de 20 possíveis. No masculino, além de Alax, alguns nomes se destacaram como Leco Salazar, no Sup Wave, Amaro Matos, no Longboard, marcando 15.77 pontos, e Eduardo Motta, chegando às finais da Mirim e Júnior. Já na Petit, Daniel Duarte teve a melhor apresentação, enquanto que na estreante, Roberto Alves teve o melhor desempenho.  

 

Quem também chegou a duas decisões foi Giovani Pontes, na Júnior e na Pro / Am, onde teve uma das melhores somatórias, 16.83 pontos. Já Gustavo Ribeiro, vencedor da Pro / Am na abertura do Circuito, voltou a surfar bem neste sábado, para assegurar 17.06 pontos, quase chegando ao recorde do evento, feito por ele mesmo na sexta-feira, com 17.17 pontos.

 

Ainda na Pro / Am, o experiente Gilmar Silva parou na semi, superado por um dos atletas que treina, Nathan Kawani, campeão paulista Júnior em 2015. A virada foi no final, com uma nota 9.33. “Quando eu comecei a surfar, meu pai me mostrava vídeos do Gilmar Silva surfando. Maior honra ser treinado por ele e competir contra ele”, disse Nathan. “Ele me vencendo é sinal que estou fazendo o trabalho direito”, emendou Gilmar, que também tem outro talento da nova geração na final, Luan Hanada, atual supercampeão do Circuito.

 

Neste domingo, o evento recomeça às 8 horas, com expectativa das ondas ainda melhores. As finais serão realizadas a partir das 11 horas, com término previsto para 14:40 horas. Uma das atrações será a Re/Max Session, bateria sem regras, valendo a manobra mais radical, com R$ 500 ao vencedor.

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