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Coca-Cola Quiksilver
Wilko é campeão
Por Alexandre Versiani em 27/05/12
Matt Wilkinson (foto) barra bicampeonato de Kai Otton e conquista o título do Coca-Cola Quiksilver 2012 em Saquarema (RJ).
Matt Wilkinson leva o cheque de US$ 40 mil pela vitória em Itaúna. Foto: Daniel Smorigo / ASP South America.
Campeão em 2011, Kai Otton fica com o vice-campeonato. Foto: Daniel Smorigo / ASP South America.

Em uma final australiana, Matt Wilkinson, 23, derrotou Kai Otton, 32, neste domingo e sagrou-se campeão do Coca-Cola Quiksilver 2012 na praia de Itaúna, Saquarema (RJ).

 

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Em ondas difíceis de até 1,5 metros, "Wilko" teve uma performance arrasadora no dia decisivo e estabeleceu os novos recordes da etapa de nível Prime do circuito mundial.

 

Nas quartas-de-final passou por Gabriel Medina sem muito brilho, mas depois iniciou um verdadeiro massacre em Saquá para vencer o havaiano Keanu Asing na semifinal e barrar o bicampeonato de Kai Otton na decisão.

 

"Estou muito feliz pelo que consegui fazer na semifinal e na final. Me diverti muito, minha prancha está colada no pé e agora Saquarema é o meu lugar favorito no mundo", comemora Wilkinson.

Sua estratégia foi sempre a mesma em Saquarema: aguardar pacientemente pelas melhores ondas e depois soltar as potentes rasgadas de frontside.

 

Amigo pessoal de Wilko, Kai Otton fez justamente ao contrário. Motivado pela chance de conquistar o inédito bicampeonato em Saquarema (foi campeão em 2011), atacou todas as ondas que apareciam em sua frente com muita técnica e velocidade.

 

Foi assim que passou pelo havaiano Sebastien Zietz na bateria das quartas-de-final que abriu o Coca-Cola Quiksilver neste domingo e depois superou a jovem promessa norte-americana Kolohe Andino na semifinal.

 

Na decisão, Otton só não contava que as melhores ondas apareceriam enquanto remava de volta ao outside. Assim ele viu Wilkinson soltar as rasgadas para cravar 9.50 e em seguida aumentar a vantagem com 8.93 em outra onda parecida.

 

"Deu tudo errado para mim. Não tive sorte na escolha das ondas. Quando decidia entrar nelas, não conseguia completar a primeira manobra. E pra piorar, o Matt esteve muito bem durante toda a bateria. Parabéns pra ele que mereceu o título. Mesmo assim, estou feliz pelo resultado porque surfei altas ondas aqui. O segundo lugar também foi bom e o sonho do bi fica para o próximo ano, pois espero estar aqui novamente", diz Otton.

 

Com notas 5.33 e 3.50, a situação de Kai Otton ficou complicada. Wilkinson ainda descartou notas 8.17 e 7.17 para sair da decisão com o maior somatório de todo o evento, 18.43. Na semifinal contra Keanu Asing, Wilko já havia feito a maior nota da competição, 9.83.

 

"Eu nunca tinha conseguido um bom resultado aqui no Brasil, então estou muito feliz porque deu altas ondas a semana toda. Minha última final tinha sido há dois anos, quando venci uma etapa em Santa Cruz (EUA). Já fazia um tempão que eu não fazia um pódio e é uma sensação muito boa", fala Wilkinson, que embolsa o cheque de US$ 40 mil e leva 6.500 pontos no ranking unificado da ASP. Já Kai Otton fica com US$ 20 mil e 5.200 no ranking.

 

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